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Cultivando relações, não seja um vampiro no meio comercial!

Não é necessário falar da importância que o networking exerce sobre a vida de qualquer profissional ou empresa, até aí tudo bem. A questão principal é se o networking é tão importante e todos concordam com isso porque é tão pequeno o número de pessoas que se preocupa em cultivá-lo.

Comparemos o networking a uma horta de onde você, com o tempo, vai tirando tudo que precisa, onde você encontra apoio e ajuda para sua subsistência, ok? Não há horta que se mantenha se não for regada, adubada, cultivada, que tenha sua terra arada. Na natureza não há espaço para o vampirismo, no mundo do networking muito menos, afinal de contas, lembre-se que não importa a imagem que você tem dos outros importante mesmo é a imagem que os outros tem de você, assim como, não importa quem você conhece a questão é quem conhece você.

Para isso é necessário uma série de ações, desde as mais tradicionais como presença física ou virtual em aniversários, como outras de maior dedicação como o enviar algo interessante para a pessoa sobre algo que ela gosta ou algo que é importante para empresa dela. Falo de parar de ver powerpoints baratos e se preocupar com coisas mais construtivas.

Só assim seu e-mail continuará sendo lido e quando o celular da pessoa que você procura identificar seu número na bina você será atendido, agora se você é daqueles que começam a conversa perguntando se esta tudo bem e esperando o melhor momento para pedir alguma coisa... Esqueça seus dias de contato direto estão contados, se prepare para em breve falar só com a secretária ou com alguém que atenderá dizendo que seu amigo está tomando banho.

Faça uma lista dos amigos e contatos profissionais que valem a pena e um plano de ação de como você irá cuidar da sua relação com eles, acabe com o vampirismo e espere, quem cultiva, aduba, rega um dia colhe.

Um forte abraço e que nossas pegadas sejam marcas de um caminho de sucesso.

Rafael Régis Somera


quando cultivamos relações, aproximamos pessoas que jamais poderíamos contar sem isso.

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